A tomada brasileira foi uma perda de tempo e um esforço duvidoso. Seria mais lógico adotar o padrão universal de três pinos (americano) - já amplamente usado e bem conhecido - e assim evitar a obrigatoriedade de trocar plugs e tomadas. Ou será que o padrão americano adotado há anos não é bom o suficiente para nós, super exigentes, tupiniquins?
A tal nova tomada, especificada na norma brasileira NBR 14.136, foi marketeada como segura e compatível com 80% dos plugs existentes. Entretanto, como ficou comprovado na prática, não evita de se plugar um aparelho 110 Volts numa tomada 220 Volts, e vice-versa. Também não evita a falta do terra verdadeiro nas instalações elétricas.
Além disso, essa conversa de compatibilidade com plugs existentes mostrou-se no mínimo duvidosa, pois nunca se vendeu tanto os tais adaptadores.
Não sou contra mudanças, pois seria uma tolice e, como disse o poeta, “o novo sempre vem”. A questão é que no caso da tomada brasileira não há nada de verdadeiramente novo. O produto não pode ser considerado uma inovação, algo evolucionário e muito menos revolucionário. O novo padrão apenas induziu uma demanda por novas tomadas, plugs e adaptadores. O grande vencedor com esse novo padrão foi, sem dúvida, a indústria elétrica. Nós consumidores só perdemos com tudo isso, pois esse novo dispositivo não agrega valor, não muda nada na funcionalidade de plugar na tomada. Ainda dessa vez, o que nos passaram foi mais uma conta para pagar apenas para trocar seis por meia dúzia.
INMETRO: Instituto Nacional de Metrologia
ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas
NBR: Denominação de norma a ABNT
domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Pesquisa Pulso Brasil Fiesp/Ciesp – Produtos Importados (Set/2011)
Análise da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que 62% dos consumidores brasileiros preferem os produtos produzidos no Brasil, enquanto 30% e 27% dos entrevistados consideram ruins ou péssimos os produtos vindos respectivamente da China e Coreia. Os entrevistados também responderam se eles preferem adquirir os produtos nacionais, mesmo que tenham que pagar um pouco mais caro, porque eles geram empregos no Brasil, e as respostas foram:
• Sim: 62%
• Não: 28%
• Não sabe ou não quis responder: 10%
Por fim, foi perguntado aos entrevistados se eles concordam com a afirmação de que a indústria brasileira tem grandes dificuldades de competir com os produtos importados e isso leva a redução da sua atividade. E 56% concordam com a afirmação, 29% discordaram da afirmação e 14% não souberam ou não quiseram responder.
"Na maioria dos casos, o consumidor nem sequer sabe se o que está comprando é nacional ou importado, porque dificilmente isso é colocado como opção a ele", afirmou o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), Paulo Francini. Para ele, o avanço dos importados acontece por causa do preço mais baixo e não por uma questão de qualidade: "O preço do importado possibilita hoje ao agente econômico vendê-lo no mercado doméstico ganhando dinheiro".
Fonte:
http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2011/10/24/brasileiros_preferem_produtos_nacionais_pesq_fiesp.ntc?
• Sim: 62%
• Não: 28%
• Não sabe ou não quis responder: 10%
Por fim, foi perguntado aos entrevistados se eles concordam com a afirmação de que a indústria brasileira tem grandes dificuldades de competir com os produtos importados e isso leva a redução da sua atividade. E 56% concordam com a afirmação, 29% discordaram da afirmação e 14% não souberam ou não quiseram responder.
"Na maioria dos casos, o consumidor nem sequer sabe se o que está comprando é nacional ou importado, porque dificilmente isso é colocado como opção a ele", afirmou o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), Paulo Francini. Para ele, o avanço dos importados acontece por causa do preço mais baixo e não por uma questão de qualidade: "O preço do importado possibilita hoje ao agente econômico vendê-lo no mercado doméstico ganhando dinheiro".
Fonte:
http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2011/10/24/brasileiros_preferem_produtos_nacionais_pesq_fiesp.ntc?
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Informação Completa
Vamos supor que você deseja viajar em férias com sua família e recebe uma dica sobre uma ótima pousada localizada a poucos metros de uma praia paradisíaca. Os preços nessa época do ano são promocionais e muito atrativos. Além disso, como pode ser visto na bela foto que lhe foi enviada, lá o céu é azul, assim como o mar. A praia de águas calmas e quase transparentes é absolutamente perfeita, uma verdadeira beleza criada pela mãe natureza. Com base nessa informação, que lhe foi fornecida pela agencia de viagens, você decide comprar um pacote turístico para o próximo final de semana.
Então, quando chega o final de semana, você viaja até esse lugar e se hospeda na pousada. E aí descobre que tudo era verdade, que a pousada é ótima e a praia muito mais bonita do que na foto que você viu antes. Só que esqueceram de lhe contar um pequeno detalhe: na praia há visitantes indesejáveis em boa quantidade, que podem ser vistos até com certa facilidade, mas que representam uma constante ameaça a segurança dos banhistas: tubarões. Se você tivesse recebido a informação completa teria decidido pela compra do pacote turístico?
Talvez a pessoa que lhe vendeu o pacote na agência de viagens tenha sofrido um pequeno (e conveniente) esquecimento. Ou teria sido má fé, mesmo! Se você ama os peixões de dentes grandes, talvez se sinta presenteado com essa surpresa. Mas, se gosta de cair no mar, sem correr o risco de ser mordido, ou se preocupa com a segurança da namorada (o), esposa (marido) e filhos, ficará frustrado (a) e até mesmo furioso (a) com quem não lhe forneceu a informação completa. Alguns até pensariam em processar a agência de viagens por conta dessa experiência.
Agora mude o contexto e pense que esse tipo de situação está acontecendo na empresa, no ambiente de um projeto. O que acontece quando alguém fornece uma informação incompleta para outro? Certamente um problema é criado para quem necessita da informação completa, mas só recebe parte dela. Afinal, a informação é usada nas empresas para a tomada de decisão. Se algo está faltando, a decisão poderá ser adiada, ou a decisão pode ser tomada erradamente, já que não há base suficiente. Em outras palavras, há risco de atraso e de erros!
É comum em situações como essa que surjam reclamações contra o indivíduo que deveria ter fornecido a informação completa, mas não o fez, e essas reclamações podem seguir o caminho acima no organograma até o chefe desse colaborador. Aquele que é prejudicado se vê, muitas vezes, pressionado pela organização por encontrar-se no lado errado do foco (vão reclamar de mim, porque eu não fiz a minha parte no trabalho, mas a culpa é do outro que não cumpriu a parte dele (a) e impossibilitou que eu fizesse a minha). Para evitar, ou pelo menos minimizar, situações de conflito como a acima descrita, é importante criar uma estratégia de comunicação, que deverá conter, dentre outros elementos, a definição clara de quem vai comunicar (o responsável pela produção – que inclui coleta, organização e tratamento - da informação completa), o que exatamente será comunicado (o escopo da informação completa), para quem a comunicação será enviada (podendo ser para mais de um recebedor), com que freqüência será comunicado (diária, semanal, mensal, etc) e em que formato a comunicação será entregue ao recebedor (texto, tabela, etc). Isso certamente dá trabalho, mas ajuda muito! A sugestão é que toda essa estratégia de comunicação da informação completa seja definida na etapa de planejamento do projeto.
Então, quando chega o final de semana, você viaja até esse lugar e se hospeda na pousada. E aí descobre que tudo era verdade, que a pousada é ótima e a praia muito mais bonita do que na foto que você viu antes. Só que esqueceram de lhe contar um pequeno detalhe: na praia há visitantes indesejáveis em boa quantidade, que podem ser vistos até com certa facilidade, mas que representam uma constante ameaça a segurança dos banhistas: tubarões. Se você tivesse recebido a informação completa teria decidido pela compra do pacote turístico?
Talvez a pessoa que lhe vendeu o pacote na agência de viagens tenha sofrido um pequeno (e conveniente) esquecimento. Ou teria sido má fé, mesmo! Se você ama os peixões de dentes grandes, talvez se sinta presenteado com essa surpresa. Mas, se gosta de cair no mar, sem correr o risco de ser mordido, ou se preocupa com a segurança da namorada (o), esposa (marido) e filhos, ficará frustrado (a) e até mesmo furioso (a) com quem não lhe forneceu a informação completa. Alguns até pensariam em processar a agência de viagens por conta dessa experiência.
Agora mude o contexto e pense que esse tipo de situação está acontecendo na empresa, no ambiente de um projeto. O que acontece quando alguém fornece uma informação incompleta para outro? Certamente um problema é criado para quem necessita da informação completa, mas só recebe parte dela. Afinal, a informação é usada nas empresas para a tomada de decisão. Se algo está faltando, a decisão poderá ser adiada, ou a decisão pode ser tomada erradamente, já que não há base suficiente. Em outras palavras, há risco de atraso e de erros!
É comum em situações como essa que surjam reclamações contra o indivíduo que deveria ter fornecido a informação completa, mas não o fez, e essas reclamações podem seguir o caminho acima no organograma até o chefe desse colaborador. Aquele que é prejudicado se vê, muitas vezes, pressionado pela organização por encontrar-se no lado errado do foco (vão reclamar de mim, porque eu não fiz a minha parte no trabalho, mas a culpa é do outro que não cumpriu a parte dele (a) e impossibilitou que eu fizesse a minha). Para evitar, ou pelo menos minimizar, situações de conflito como a acima descrita, é importante criar uma estratégia de comunicação, que deverá conter, dentre outros elementos, a definição clara de quem vai comunicar (o responsável pela produção – que inclui coleta, organização e tratamento - da informação completa), o que exatamente será comunicado (o escopo da informação completa), para quem a comunicação será enviada (podendo ser para mais de um recebedor), com que freqüência será comunicado (diária, semanal, mensal, etc) e em que formato a comunicação será entregue ao recebedor (texto, tabela, etc). Isso certamente dá trabalho, mas ajuda muito! A sugestão é que toda essa estratégia de comunicação da informação completa seja definida na etapa de planejamento do projeto.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um Roteiro para Usar o Open Proj –Salvando a Linha Base do Projeto
Para compreender a informação aqui contida, estamos considerando que você leu os posts anteriores. Uma vez carregado o projeto no Open Proj, devemos salvar a linha base (Base Line) do mesmo no programa. Para tanto basta clicar em: > Ferramentas >> Acompanhamento >>> Salvar Linha Base
Depois é só selecionar a opção “Projeto Inteiro” e clicar em “OK”. Salvar a Linha Base é fundamental para o acompanhamento e controle do projeto.
Nesse ponto vale à pena lembrar que o Open Proj não planeja, não executa e nem faz o projeto. Ele é uma ferramenta de auxílio do gerente de projetos. Para usar bem a ferramenta é absolutamente indispensável e necessário conhecer os conceitos sobre gerenciamento de projetos. No post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Visualizando a WBS e os Custos” recomendamos conferir os custos de todas as atividades do projeto. Além dos custos, podemos conferir também os recursos alocados e as durações de cada tarefa. Vale ainda lembrar que um projeto é progressivamente elaborado. Isso significa que até que tudo esteja definido, será necessário apresentar para os membros da equipe de projeto, o sponsor e para o cliente, o escopo do projeto e como se pretende implementá-lo ( o que se faz primeiro, e depois, em quanto tempo, a que custo e com que qualidade). Geralmente isso demanda muitas idas e vindas, até que tudo esteja finalmente validado por todos os stakeholders. Uma ferramenta de gerenciamento de projetos, como o Open Proj, é muito importante para facilitar o trabalho de criar, apresentar, modificar até a atualização final do projeto. Como dissemos anteriormente, o objetivo desses posts sobre o Open Proj é fornecer um conjunto de informações básicas que permita usar a ferramenta. Não vamos debater cada opção e possibilidade do programa, pois estaríamos então reescrevendo o manual de instruções, e esta nunca foi a nossa intenção. Bem, vamos ficar por aqui!
Não deixem de ler os outros posts sobre o Open Proj que publicamos no blog.
Depois é só selecionar a opção “Projeto Inteiro” e clicar em “OK”. Salvar a Linha Base é fundamental para o acompanhamento e controle do projeto.
Nesse ponto vale à pena lembrar que o Open Proj não planeja, não executa e nem faz o projeto. Ele é uma ferramenta de auxílio do gerente de projetos. Para usar bem a ferramenta é absolutamente indispensável e necessário conhecer os conceitos sobre gerenciamento de projetos. No post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Visualizando a WBS e os Custos” recomendamos conferir os custos de todas as atividades do projeto. Além dos custos, podemos conferir também os recursos alocados e as durações de cada tarefa. Vale ainda lembrar que um projeto é progressivamente elaborado. Isso significa que até que tudo esteja definido, será necessário apresentar para os membros da equipe de projeto, o sponsor e para o cliente, o escopo do projeto e como se pretende implementá-lo ( o que se faz primeiro, e depois, em quanto tempo, a que custo e com que qualidade). Geralmente isso demanda muitas idas e vindas, até que tudo esteja finalmente validado por todos os stakeholders. Uma ferramenta de gerenciamento de projetos, como o Open Proj, é muito importante para facilitar o trabalho de criar, apresentar, modificar até a atualização final do projeto. Como dissemos anteriormente, o objetivo desses posts sobre o Open Proj é fornecer um conjunto de informações básicas que permita usar a ferramenta. Não vamos debater cada opção e possibilidade do programa, pois estaríamos então reescrevendo o manual de instruções, e esta nunca foi a nossa intenção. Bem, vamos ficar por aqui!
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Um Roteiro para Usar o Open Proj – Unidade, Duração ou Trabalho Fixado
Para compreender a informação aqui contida, estamos considerando que você leu os posts anteriores. Uma das importantes decisões de configuração do Open Proj é aquela que se refere ao “Tipo” de trabalho a ser alocado para cada tarefa. Essa etapa ocorre quando definimos as opções de informações da tarefa. Lembrando, então, que para isso devemos clicar em: > Informações da Tarefa >> Avançado >>> Tipo.
À partir desse ponto, três alternativas são apresentadas: Unidades Fixadas, Duração Fixada e Trabalho Fixado. O OpenProj utiliza uma fórmula para calcular a duração das tarefas, o trabalho necessário e os recursos (unidades) necessários para sua realização: Trabalho = Duração x Unidades (ou Trabalho = Duração x Recursos). Apenas para não deixar dúvida, para o Open Proj o termo “Unidade” quer dizer “Recurso”. O cálculo abaixo considera que o trabalho acontece dentro de um calendário padrão, ou seja, 1 recurso trabalha 8 horas por dia.
Unidades Fixadas (ou Recursos Fixados): definimos a quantidade de unidades (recursos) necessárias. Ao modificarmos a duração, o trabalho necessário também se modificará. Ao modificarmos o trabalho necessário, sua duração também será alterada.
Duração Fixada: definimos inicialmente a duração desejada e ao modificarmos os recursos alocados à tarefa, o trabalho necessário se modifica automaticamente, de modo que a duração não se altera.
Trabalho Fixado: uma vez definido o trabalho necessário para realizar a tarefa, se modificarmos os recursos nela alocados, sua duração também se altera, e vice-versa.
A tabela abaixo mostra exemplos dos três tipos de configuração.
Bem, vamos ficar por aqui!
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À partir desse ponto, três alternativas são apresentadas: Unidades Fixadas, Duração Fixada e Trabalho Fixado. O OpenProj utiliza uma fórmula para calcular a duração das tarefas, o trabalho necessário e os recursos (unidades) necessários para sua realização: Trabalho = Duração x Unidades (ou Trabalho = Duração x Recursos). Apenas para não deixar dúvida, para o Open Proj o termo “Unidade” quer dizer “Recurso”. O cálculo abaixo considera que o trabalho acontece dentro de um calendário padrão, ou seja, 1 recurso trabalha 8 horas por dia.
Unidades Fixadas (ou Recursos Fixados): definimos a quantidade de unidades (recursos) necessárias. Ao modificarmos a duração, o trabalho necessário também se modificará. Ao modificarmos o trabalho necessário, sua duração também será alterada.
Duração Fixada: definimos inicialmente a duração desejada e ao modificarmos os recursos alocados à tarefa, o trabalho necessário se modifica automaticamente, de modo que a duração não se altera.
Trabalho Fixado: uma vez definido o trabalho necessário para realizar a tarefa, se modificarmos os recursos nela alocados, sua duração também se altera, e vice-versa.
A tabela abaixo mostra exemplos dos três tipos de configuração.
Bem, vamos ficar por aqui!
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sábado, 8 de outubro de 2011
Um Roteiro para Usar o Open Proj – Visualizando a WBS e os Custos
Para compreender a informação aqui contida, estamos considerando que você leu os posts anteriores. Nesse ponto, após ter trabalhado com as instruções anteriormente mencionadas, você já deve estar familiarizado com o Open Proj. Para visualizar a WBS, abra o programa na tela do gráfico de Gantt. Em seguinda, clique no ícone EAP que está na barra de opções no lado esquerdo da tela. Este ícone é o quarto de cima para baixo. Visualizando a barra lateral esquerda de cima para baixo, você encontrará os seguintes ícones: Gráfico de Gannt, Rede, Recursos, EAP, RBS, Relatório, Uso da Tarefa e Uso do Recurso.
Outro ponto importante é conferir os custos. Após ter carregado as informações contidas na planilha de alocações, discutido no post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Alocando Recursos e Obtendo o Cronograma”, é recomendável verificar se os custos estão corretamente alocados. Para tanto, basta abrir novamente a tela “Informações da Tarefa” de cada tarefa do projeto (ex.: duplo clique na linha Tarefa A1) e conferir. No caso da Tarefa A1, por exemplo, o valor de R$9000 aparece em cinza como o custo dessa atividade. Usando uma planilha externa ao Open Proj, podemos calcular: 80 horas de trabalho x R$100 / hora = R$8000 mais 1 computador por R$1000, levando ao total de R$9000. Isso confere com o valor alocado no Open Proj. Eu recomendo que, pelo menos no início, sejam conferidos os custos alocados para todas as tarefas.
Bem, vamos ficar por aqui!
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Outro ponto importante é conferir os custos. Após ter carregado as informações contidas na planilha de alocações, discutido no post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Alocando Recursos e Obtendo o Cronograma”, é recomendável verificar se os custos estão corretamente alocados. Para tanto, basta abrir novamente a tela “Informações da Tarefa” de cada tarefa do projeto (ex.: duplo clique na linha Tarefa A1) e conferir. No caso da Tarefa A1, por exemplo, o valor de R$9000 aparece em cinza como o custo dessa atividade. Usando uma planilha externa ao Open Proj, podemos calcular: 80 horas de trabalho x R$100 / hora = R$8000 mais 1 computador por R$1000, levando ao total de R$9000. Isso confere com o valor alocado no Open Proj. Eu recomendo que, pelo menos no início, sejam conferidos os custos alocados para todas as tarefas.
Bem, vamos ficar por aqui!
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Um Roteiro para Usar o Open Proj – Alocando Recursos e Obtendo o Cronograma
Para compreender a informação aqui contida, estamos considerando que você leu os posts anteriores. A alocação de recursos será baseada na planilha de alocações contendo as informações de necessidades de recursos, custos, duração e as precedências de cada uma das tarefas, já apresentada, para o nosso exemplo, no post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Preparando a Tabela de Recursos”. Para cada tarefa do projeto deverão ser alocados os recursos e a duração da mesma. Siga o seguinte procedimento: A) Partindo do Gráfico de Gantt, selecione a Tarefa A com duplo clique sobre a mesma; B) Uma tela – com várias abas - de “Informações da Tarefa” será aberta (conforme figura abaixo);
C) Na aba “Geral” digite a duração da tarefa A1. Você deve digitar 10 dias. Lembre que as 2 semanas indicadas na planilha de alocações para a tarefa A1 correspondem a 10 dias, pois o calendário escolhido foi o padrão (5 dias por semana – de segunda à sexta - e 8 horas por dia); D)As informações sobre “Predecessoras” e “Sucessoras” já devem estar presentes, pois foram carregadas no procedimento descrito no post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Carregando o Diagrama de Rede”; E) Na aba “Recursos” clique no ícone para alocar recursos (conforme indicado na figura abaixo);
F) Escolha os recursos “Consultor Senior” e “Computador”. Sim, uma tarefa pode ter mais de um recurso alocado; G) Na aba “Avançado” escolha para o “Tipo de Contenção” a opção “o mais cedo possível”, para o “Tipo” a opção “Duração Fixa” e para “Calendário de Tarefas” a opção “Padrão”; H) Na aba “Notas” escreva o seguinte comentário: “Início do projeto. Especificação técnica.”
Siga o mesmo procedimento para todas as tarefas do projeto. Crie diferentes comentários para cada uma das tarefas. Quando terminar note que o cronograma do projeto estará pronto. As linhas em vermelho no gráfico de Gantt indicam o caminho crítico.
Bem, vamos ficar por aqui!
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C) Na aba “Geral” digite a duração da tarefa A1. Você deve digitar 10 dias. Lembre que as 2 semanas indicadas na planilha de alocações para a tarefa A1 correspondem a 10 dias, pois o calendário escolhido foi o padrão (5 dias por semana – de segunda à sexta - e 8 horas por dia); D)As informações sobre “Predecessoras” e “Sucessoras” já devem estar presentes, pois foram carregadas no procedimento descrito no post “Um Roteiro para Usar o Open Proj – Carregando o Diagrama de Rede”; E) Na aba “Recursos” clique no ícone para alocar recursos (conforme indicado na figura abaixo);
F) Escolha os recursos “Consultor Senior” e “Computador”. Sim, uma tarefa pode ter mais de um recurso alocado; G) Na aba “Avançado” escolha para o “Tipo de Contenção” a opção “o mais cedo possível”, para o “Tipo” a opção “Duração Fixa” e para “Calendário de Tarefas” a opção “Padrão”; H) Na aba “Notas” escreva o seguinte comentário: “Início do projeto. Especificação técnica.”
Siga o mesmo procedimento para todas as tarefas do projeto. Crie diferentes comentários para cada uma das tarefas. Quando terminar note que o cronograma do projeto estará pronto. As linhas em vermelho no gráfico de Gantt indicam o caminho crítico.
Bem, vamos ficar por aqui!
Não deixem de ler os outros posts sobre o Open Proj que publicamos no blog.
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