domingo, 6 de março de 2016

Controle de Projetos com Métricas

Quando olhamos os processos do guia PMBOK, verificamos que são subdivididos em cinco grandes grupos; a saber: iniciação, planejamento, execução, monitoração e controle, e encerramento. Isso mesmo, a monitoração e o controle aparecem como um único grupo apenas. E se o grupo de monitoração e controle fosse subdividido e detalhado ainda mais? Essa foi exatamente a ideia de Eduardo Militão Elias, expressa em seu livro “Controle de Projetos com Métricas: Não deixe que seu projeto vire uma melancia atômica”. Certamente a intenção do autor, ao detalhar ainda mais esse grupo de processos, foi contribuir para a melhoria do trabalho do gerente de projetos. E nesse sentido, o autor afirma que “a separação de Monitoramento e Controle, por exemplo, permitirá analisarmos não só a interação entre eles, como também a interação deles com as demais áreas de conhecimento, ampliando nossas possibilidades de criação e aplicação de ferramentas e boas práticas”.

O autor sugere uma redistribuição e inclusão de novos processos, como os que estão apresentados na tabela abaixo.
Redistribuição e inclusão de novos processos (Fonte: Elias, 2014, p. 14)

Minha suspeita é que a proposição de Eduardo M. Elias teve como fonte de inspiração os diferentes significados do monitoramento e do controle, que no livro são ilustrados na figura abaixo.
Significados definidos e objetivos diferentes (Fonte: Elias, 2014, p. 15)

O monitoramento “observa os desvios        “, enquanto o controle “atua para recuperar as métricas”. O monitoramento ”observa o previsto e o realizado”, enquanto o controle “tem atuação sobre qualquer um dos dois”. O monitoramento “analisa a conformidade entre o planejado e o executado”, enquanto o controle atua “corrigindo ora o planejamento e ora a execução, equilibrando, assim, os parâmetros entre o previsto e o realizado”.

Mas não é só isso. A obra ressalta a importância de analisar um projeto, tanto do ponto vista quantitativo, como do qualitativo. “Quando falamos de resultados, tratamos de parâmetros mensuráveis – por exemplo, quanto um projeto está atrasado ou quanto as pessoas estão produzindo. As respostas, por sua vez, preocupam-se em identificar o porquê de o projeto estar atrasado e o porquê de as pessoas não estarem produzindo”. Em outras palavras, a análise quantitativa apresenta o que acontece no projeto através de números e usa para isso diferentes indicadores. Por sua vez, a análise qualitativa complementa essa informação, explicando o porquê das coisas, tentando conectar os números com as situações e influências do cenário do projeto.

Esse é um livro que deve entrar na sua lista de referências bibliográficas sobre gerenciamento de projetos e, certamente, irá ajudá-lo a aprofundar sua compreensão sobre o assunto. Para saber o que seriam as tais “melancias atômicas” recomendo a leitura do livro.

Fonte: ELIAS, Eduardo Militão. “Controle de Projetos com Métricas: Não deixe que seu projeto vire uma melancia atômica”. Rio de Janeiro: Brasport, 2014.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Desenvolver a Inteligência Emocional

Mais um interessante artigo do professor Eduardo Ribeiro. 

 

“Quero começar fazendo você pensar: 

1.O que custa não ter atitudes adequadas e emocionalmente inteligentes hoje em dia?

2.O quanto vai lhe custar no futuro?

3. Já parou para refletir sobre como as suas atitudes o afetaram positiva ou negativamente no passado?

4. Até onde o seu QI vai levar você? 

Pensou? Agora vou falar sobre algumas coisas que tenho ouvido pelo mercado: 

• Empresas alegam encontrar profissionais com boa formação técnica, porém faltam a eles habilidades sociais, habilidades de lidar com as emoções

• Cresce o número de universitários, mas recrutadores reclamam da falta de habilidades comportamentais

• Pesquisas alertam que só o Q.I. não é suficiente para obter sucesso e felicidade. É necessário também I.E. (Inteligência Emocional). 

Enfim, os exemplos são inúmeros. Seja na relação entre pessoas, no âmbito interpessoal. Ou no âmbito da relação das nossas próprias motivações, dos nossos comportamentos e emoções para com o nosso próprio “eu”, ou seja, as relações intrapessoais. 

A manifestação de um comportamento ou atitude, bem como a sua variação de intensidade, é fruto de processos intelectuais e emocionais. Antes de mudar um comportamento e/ou desenvolvê-lo, é necessário mudar os “esquemas mentais e emocionais” envolvidos. 

Segundo estudos de um psicólogo de Harvard, o PhD Daniel Goleman, Inteligência Emocional é o uso intencional das emoções agindo a nosso favor, e com isso produzindo resultados positivos. 

Por meio de pesquisas, Daniel constatou que os profissionais mais bem-sucedidos não eram os de maior QI, nem mesmo os de currículo mais brilhante, e sim os que exibiram maior capacidade de relacionamento e administração de conflitos, capazes de enfrentar situações novas ou de crise. 

Ao contrário da inteligência racional (pensamento lógico e abstrato, medido por meio dos testes de QI – Coeficiente de Inteligência), que permanece praticamente a mesma ao longo de nossas vidas, a Inteligência Emocional pode ser aprendida e aperfeiçoada em qualquer momento. 

Emoção e razão devem caminhar sempre juntas! Por isso, deixo aqui uma dica para finalizar nossa conversa. Invista no desenvolvimento da sua inteligência emocional. Vale a pena! Afinal, atitudes adequadas trazem ganhos e atitudes inadequadas trazem custos. Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há um espaço. Neste espaço, está minha capacidade em escolher respostas e definir meu destino. Nós não conseguimos deixar de sentir, mas podemos decidir e escolher o que fazer com o que sentimos.” 

É isso, obrigado e até a próxima!"
 

Eduardo Ribeiro é professor da Integração Escola Negócios, onde ministra o curso Inteligência Emocional e Influência. 

Artigo originalmente publicado em

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Lição de Casa (4)

Tente resolver esse exercício de fixação sobre gerenciamento de projetos. Isso o ajudará a sistematizar seu aprendizado e aprofundar seus conhecimentos. Em breve será postada a resposta e também o próximo exercício de fixação. Boa sorte!

 


Questão 4): Para o diagrama de rede acima, assinale a alternativa que apresente a folga livre da atividade J e a folga livre da atividade K, nessa ordem:

Notação:

PDI: Primeira Data de Início
PDT: Primeira Data de Término
UDI: Ultima Data de Início
UDT: Última Data da Término
 

A)- 0; 0.

B)- 0; 15.

C)- 15; 0.

D)- 15; 15.

E)- 22; 24.

 
........................................................ 

Inclua suas respostas na área de comentários e envie!
Questão 3 com Resposta
Questão 3):- Você trabalha em uma empresa que desenvolve aplicativos de software e que segue o modelo “waterfall” desde que a empresa foi criada. Você notou que, nos últimos meses, a quantidade de clientes reclamando que os projetos demoram tempo demais tem aumentado bastante. Você está convencido, desde que participou de um curso sobre métodos ágeis, que o tempo dos projetos poderia ser reduzido com a adoção dessa metodologia de gerenciamento. Você sabe que precisa criar um projeto para implantar essa nova filosofia na empresa, com mudanças na forma de trabalhar e na cultura vigente na organização. Você mostrou sua ideia para o gerente do PMO, que se mostrou favorável, e lhe pediu que preparasse que documento?
A)- Business case
B)- Descrição de Escopo
C)- Business need
D)- Project charterE)- Estrutura analítica do projeto
Resposta (Questão 3): Alternativa A. O business case é usado para fornecer a informação necessária para determinar se investir no projeto é válido ou não. É usado para justificar o projeto e contém, tipicamente, uma análise de custo-benefício e um documento de “business need”. Um “business need” é uma análise que contém os objetivos de negócio da organização e o que precisa ser feito para alcançar esses objetivos. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Curso Gratuito de Gestão de Projetos da USP

A Veduca é uma plataforma de e-learning, com conteúdo baseado em video aulas. Conta com mais de 500 mil usuários e 5.700 aulas em mais de 20 instituições de ensino, como Harvard, Stanford, Yale, MIT, Berkeley, ONUDI, BM&FBOVESPA, USP, Unicamp, Unesp e UnB.  

Para conhecer a plataforma Veduca e se cadastrar, acesse > http://www.veduca.com.br/
No Veduca você poderá acessar um curso de Gestão de Projetos, ministrado por professores da USP, inteiramente gratuito! Para acessar o curso de Gestão de Projetos acesse > http://www.veduca.com.br/assistir/gestao-de-projetos

domingo, 17 de janeiro de 2016

O Método Praxis de Gerenciamento de Projetos

O Praxis é uma estrutura de gestão de projetos, programas e portfólios. Segundo o Praxis não existe essa coisa de projeto, programa ou portfolio típicos e por conta disso a utilização dos seus blocos de construção não é algo predeterminado.  

Existe, portanto, a prática da adaptar e montar esses blocos para atender todos os tipos de projetos em diferentes contextos.
Há uma quantidade enorme de documentação sobre a estrutura Praxis, grande parte em língua inglesa, que pode ser encontrada no website   http://www.praxisframework.org/  

A APM (Association for Project Management ou, em português, Associação para Gerenciamento de Projetos) publica o “Praxis Framework book”, um livro com a estrutura geral do Praxis, incluindo o corpo de conhecimento, a metodologia, o quadro de competências e o modelo de maturidade. A APM é o membro do Reino Unido do IPMA (International Project Management Association ou, em português, Associação Internacional de Gerenciamento de Projetos).
O Praxis publicou um glossário de termos técnicos de gerenciamento de projetos que inclui definições do PMBoK, ISO21500, Prince2 e APMBok. Para receber uma cópia basta enviar a mensagem abaixo para o seguinte endereço de e-mail: h12sblog@gmail.com 

“Por favor, me envie uma copia do PRAXIS FRAMEWOK_PM glossary” 

A norma ISO21500 fornece diretrizes para gerenciamento de projetos e pode ser usada por qualquer tipo de organização, incluindo pública, privada ou organizações comunitárias, e para qualquer tipo de projeto, independentemente de complexidade, tamanho ou duração.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Sobre o Project Builder e o ITM Platform

Muitos dos meus alunos têm dificuldade em compreender por onde começa um projeto e como o mesmo se desenvolve.

Assimilar o que precisa ser entregue como resultado final e a partir dessa compreensão definir o escopo do projeto, decompor as atividades e criar a estrutura analítica de projetos, estimar os recursos envolvidos, os custos, as durações e as precedências, elaborando dessa forma o cronograma do projeto, naturalmente leva um certo tempo. O cronograma, assim elaborado, não mostrará apenas as informações de tempo dentro de um calendário, indo mais além. Teremos, portanto:

·         A sequência de todas as atividades do projeto distribuídas em um calendário, com suas durações, e datas de início e fim (tempo).

·         O esforço necessário para realizar cada atividade ou pacote de trabalho destacado no cronograma, incluindo pessoas, materiais e equipamentos e assim saberemos quando cada atividade ou pacote de trabalho vai custar para o projeto (custo).

·         O resultado esperado de cada atividade ou pacote de trabalho destacado no cronograma, sendo obtido na sequencia estabelecida no cronograma, até a conclusão de todas as entregas do projeto (escopo).

·         O resultado esperado de cada atividade ou pacote de trabalho destacada no cronograma do ponto de vista de função, tamanho, cor, alcance, ou qualquer outra característica ou atributo usado como critério de aceitação (qualidade).

Os programas de software de gerenciamento de projetos são excelentes ferramentas que ajudam a compreender esses conceitos e mostram ações específicas – que formam a base do planejamento e auxiliam o controle do progresso do projeto – e que, portanto, deverão ser cuidadosamente executadas pelo gerente de projetos. Por tudo isso, eu recomendo a todos que desejam aprender sobre gerenciamento de projetos que estudem como esses programas funcionam. Além de programas como o MS Project da Microsoft (certamente o software mais popular dentre todos nessa área), o Open Proj (um software gratuito que tenta se aproximar do MS Project e que na sua versão mais atual passou a se chamar Project Libre), eu sugiro que cada estudante invista um pouco de seu tempo e esforço para aprender sobre o Project Builder e o ITM Platform.

Project Builder
O Project Builder (PB) é um software de gerenciamento de projetos com várias funcionalidades interessantes que incluem:

·         Cadastrar as áreas da organização que participam do ambiente de projetos, além de clientes e fornecedores;

·         Criar um projeto do zero, importar do MS Project ou importar do PM Canvas App;

·         Para um projeto criado do zero, realizar as ações de planejamento do mesmo, com a edição da EAP, digitando as entregas, pacotes de trabalho e atividades correspondentes, a duração de cada atividade, trabalhando com o calendário, definindo as atividades predecessoras e visualizando o gráfico de Gantt;

·         Carregar no software as partes interessadas com suas atribuições específicas, ou seja, quem participa do projeto, seus papéis e responsabilidades;

·         Descrever quem é responsável pela entrega de cada atividade do projeto, com o nome, a quantidade de horas de esforço  (ou trabalho) e o custo correspondente;

·         Liberar o acesso ao projeto carregado no PB para o grupo de pessoas envolvidas no projeto.

O software Project Builder também se aplica a empresas que utilizam os métodos ágeis de gerenciamento de projetos.

O PB é também integrado ao método Project Management Canvas, desenvolvido pelo Prof. José Finocchio. O PM Canvas App é um aplicativo disponível para iphone e Android que pode ser integrado ao Project Builder. Recomendo a todos assistir ao vídeo explicativo sobre o funcionamento do PM Canvas, com o prof. Finocchio, que é muito bom!!!.

Quando se contrata o Project Builder o cliente compra um serviço na modalidade SaaS (“Software as a Service”). O PB é assim acessível para o cliente através de um navegador de Internet (“computação na nuvem” ou “cloud computing”), não sendo necessário, portanto, instalar em um computador da empresa esse software.

O Project Builder conquistou em 2010 o premio Melhor solução Modelo SaaS – ASSESPRO (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação).

No site do Project Builder o estudante não terá dificuldade em acessar e assistir a um vídeo que explica o funcionamento desse software ou mesmo requerer um teste gratuito. O site do PB é muito rico em informações sobre gerenciamento de projetos e vale a pena ser explorado.

ITM Platform
Este software permite ao usuário a edição do gráfico de Gantt do projeto e assim planejar, controlar e seguir os tempos online, sendo possível imprimir, a qualquer momento, a linha de base e o caminho crítico.

O projeto poderá ser criado na própria plataforma ou importado do MS Project. Com o software ITM Platform será possível realizar o controle de tarefas do projeto através das chamadas fichas. Para esse software cada tarefa é uma ficha que recebe vários atributos como a equipe de trabalho, o responsável pela tarefa, a estimativa de horas de esforço, etc. O software permite controlar os custos do projeto possibilitando a comparação entre custos reais e custos estimados. Além disso, será possível selecionar quem será o gerente do projeto e alocar os membros da equipe do projeto, designando suas responsabilidades.

O software ITM Platform também se aplica a empresas que utilizam os métodos ágeis de gerenciamento de projetos.

Quando se contrata o ITM Platform o cliente compra um serviço na modalidade SaaS (“Software as a Service”). O ITM Platform é assim acessível para o cliente através de navegador de Internet (“computação na nuvem” ou “cloud computing”), não sendo necessário, portanto, instalar em um computador da empresa esse software.

No site do ITM Platform o estudante poderá requerer um teste gratuito do software que inclui uma sessão de treinamento online.

Aproveite mais essa oportunidade para aumentar seus conhecimentos em gerenciamento de projetos!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Reflexões para 2016

Nesse post vamos apresentar as previsões de Brad Egeland para 2016, profissional que atua como designer de soluções de negócios, consultor de gestão de projetos de tecnologia da informação e autor, com mais de 25 anos de experiência em desenvolvimento de software e gerenciamento de projetos.
 
 
“O que vai acontecer com o gerenciamento de projetos em 2016? O gerenciamento de projetos está bastante estático desde que se tornou uma disciplina”.

As previsões de Brad Egeland são as seguintes:

·         Surgimento do CPOs

·         Diminuição dos PMOs

·         Certificação sai de foco

·         Gerenciamento de projetos descentralizado

·         Maior confiança em gerentes de projetos e consultores remotos
Surgimento dos CPOs – de acordo com Egeland, esse é o ano que o cargo de CPO (Chief Project Officer), que seria o executivo principal e responsável pelos projetos, começa a ganhar força. Esse movimento estaria alinhado com a ideia do enfraquecimento dos escritórios centralizados de projeto.
Diminuição dos PMOs – parece que existe uma percepção que os PMOs (Project Management Offices, ou escritórios centralizados de projeto) não estão conseguindo servir muito bem suas organizações. Egeland ressalta que as falhas são, geralmente, “atribuídas à falta de liderança do chefe do PMO, ou ao tempo que o líder do PMO gasta gerenciamento projetos ao invés de gerenciar o PMO”. Pode ser também devido a bagunça da própria organização, que acaba contaminando o PMO. As organizações buscam formar PMOs com forte liderança, com processos bem estruturados, práticas, políticas e modelos que funcionem. Mas isso não tem sido suficiente, uma vez que muitas falhas têm sido encontradas. 
Certificação sai de foco“a certificação do gerente de projetos, embora seja ainda solicitada em vários processos seletivos, tende a ganhar menos importância”. Egeland afirma que em 2015, prestou consultoria para duas organizações que estavam procurando gerentes de projeto experientes e com certificação PMP, no entanto, a certificação nunca foi sequer discutida durante qualquer um desses processos. Pessoalmente, acho um pouco demais concluir que a certificação está saindo de foco tendo como base apenas duas consultorias. Talvez existam outras evidências não explicitadas no artigo do autor. Talvez seja a percepção de quem está vendo e ouvindo muitas outras coisas que levam a essa conclusão. De qualquer modo, não devemos esquecer que para obter sua certificação um profissional necessita comprovar experiência, em primeiro lugar. São exigidas 4.500 horas de liderança e direção em projetos, no mínimo. Não é só fazer uma prova e pronto! A certificação continua sendo um passaporte de entrada nos processos seletivos. Depois disso, bem, aí são outras “4.500 horas”.
Gerenciamento de projetos descentralizado – embora isso possa parecer contraditório com a ideia do surgimento dos CPOs, Egeland acredita que “veremos o aumento do uso de gerentes de projeto trabalhando em vários setores e departamentos das organizações, de modo descentralizado”. Em outras palavras, essa ideia está alinhada com a diminuição dos escritórios centralizados de projeto.
Maior confiança em gerentes de projetos e consultores remotos – parece que Brad Egeland aposta no crescimento das equipes virtuais, com gerentes de projetos trabalhando remotamente. Egeland afirma que as “organizações de serviços profissionais que baseiam a maior parte de seus negócios no fornecimento de soluções de projeto estão oferendo seus serviços” em várias regiões do planeta, mesmo aquelas em que não estão fisicamente presentes. São empresas que se orgulham de possuir os melhores dentre os melhores profissionais do mercado. Essas empresas aproveitam as facilidades, cada vez maiores, de comunicação, e isso possibilita que trabalhem para diferentes empresas e com “equipes geograficamente dispersas. A ideia é prestar excelentes serviços remotos por uma fração do custo de um projeto gerenciado localmente".

AGORA, você pode refletir sobre os pontos levantados nesse post e compartilhar as suas próprias conclusões.
O artigo original de Brad Egeland, publicado em dezembro/2015, está disponível em <http://www.cio.com/article/3012273/project-management/top-5-predictions-for-project-management-in-2016.html>
Para mais informações sobre Brad Egeland acesse <http://www.bradegeland.com/blog>

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